Quem somos



                Originalmente escolhemos o nome “Brigith” que também é uma deusa da mitologia nórdica, porém não muito conhecida e, a partir disso, chegamos a um consenso pelo nome ODIN, pois além de ser o deus supremo da mitologia nórdica (Escandinava), ele representa a guerra, o conhecimento, a sabedoria, a poesia e a magia.
                Um dos fatores que mais influenciou na escolha do nome, foi que ODIN é um deus mais popular e possui um nome muito forte e imponente,  além de ser fácil de lembrar.  Na nossa opinião, as características que Odin representa são aspectos essenciais numa agência.
Por exemplo, Odin representa a guerra: a agência deve ter estratégias e planejamento;
                A sabedoria: temos que ser sábios em nossas decisões, precisamos conhecer muito bem aquilo que estamos desenvolvendo para evitar dúvidas posteriores.
                Por último, poesia e magia: publicidade não passa de uma arte que encanta e provoca desejos e vontades.
                Por todos esses motivos decidimos chamar nossa agencia de ODIN. 



MISSÃO
Atender às necessidades de comunicação das empresas de uma forma eficiente e lucrativa através da publicidade; Encantar o público com nossas peças;   Atender além das expectativas.

VISÃO
Ser pontuada pelo público e pelas empresas como uma das 3 melhores agências do Brasil;
Ser reconhecida e respeitada internacionalmente através de prêmios importantes.

VALORES
Ética, eficiência, honestidade, integridade, inovação, trabalho em equipe e respeito.




Mitologia nórdica,

A história de Odin

A gênese dos Nórdicos é relatada nos poemas irlandeses no século IX - Edda poético. Odin é protetor dos exércitos, dos mortos em batalha, da magia, dos magos e dos andarilhos.




Antes de atingir o grau de divindade possuía uma tropa de guerreiros-sacerdotes. Eram chamados de Camisa de Urso ou Pele de Lobo, tinham treinamento xamanístico e usavam cogumelos alucinógenos que visavam alterar o estado de consciência.

Eram homens enormes com barbas e cabelos longos, vestidos com pele de urso ou de lobo, atadas ao corpo por enormes cinturões. Usavam grandes elmos adornados por chifres.

Conta a lenda que o poderoso Odin desejou ser o conhecedor dos mistérios mágicos, para tanto, entregou-se a um ritual de sacrifício ficando pendurando na árvore do mundo, Yggdrasil, de cabeça para baixo, ferido por sua própria lança, durante 9 dias e 9 noites, com fome e sede.

Ao término desse período, avistou os caracteres rúnicos no chão e os recolheu.

Não satisfeito, pediu permissão para beber água na "Fonte do Conhecimento" do Gigante Mimir, não hesitando em entregar em pagamento um de seus olhos.

ODIN era ajudado por 2 corvos: Hugin (Espírito e Razão), e Munin (Memória e Entendimento) que se posicionavam em seus ombros depois de percorrer o mundo durante o dia na busca de novidades para o Grande Deus.

Havia também 2 lobos que ficavam de guarda a seus pés e que se alimentavam de toda carne, inclusive humana, que era ofertada aos Deuses.

Tinha um cavalo lendário Sleipnir, com 8 patas, se locomovendo, rapidamente pelos céus entre a esfera humana e divina.

Sua lança Gungnir, presente dos mágicos anões ferreiros, só se detinha após atingir o alvo.

Sentado em um trono onde podia avistar o mundo inteiro, ficava em companhia dos mais valorosos guerreiros mortos em campos de batalha, recolhidos no minuto derradeiro pelas Walkirias (doze virgens aladas com plumas de cisne). Esse exército espiritual do bem se mantinha alerta para entrar em ação por ocasião do Crepúsculo dos Deuses - Ragnarokk- Apocalipse- contra as forças do mal, combate onde a destruição total imperaria, surgindo uma nova raça, passando do planeta de expiação para o planeta de regeneração.

Há autores que defendem a hipótese de um Odin-homem, chefe de uma tribo asiática de conhecimento xamanístico que teria emigrado para a Escandinavia e lá instalado uma religião primitiva, baseada no código secreto de mensagens mágicas. Esse homem após sua morte teria sido elevado à categoria de divindade local, sendo seu culto difundido pelos sacerdotes

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